Haverá realmente um ponto em que escolhermos o trilho certo? Aquele que, passo a passo, nos levará serpenteando por entre os instantes que, a cada momento que olhamos para trás, terão composto mais do que a nossa vida, o nosso destino ?
Haverá realmente um momento em que percebemos que não temos escolhas, verdadeiramente, e, ao não escolhermos, estamos a escolher continuar sem escolhas, ficando ao sabor do que vai vindo, e que isso, em si mesmo, é já um destino? Um que nos permite olhar para trás e dizer: não havia outro trilho, cheguei aqui porque não escolhi, nem havia escolhas, mas era preciso continuar…